Histórias sobre Campinas, região metropolitana e bacia do rio Piracicaba. O povo da região, a cultura, o meio ambiente, ideias sobre o hoje e os desejos para o amanhã. E as impressões de viagem de um jornalista mineiro vivendo em Campinas e região há 30 anos. Claro, saudoso, também escreve sobre a região de onde veio - Itamogi, Monte Santo de Minas, São Sebastião do Paraíso, Santo Antonio da Alegria, Altinópolis, Batatais...
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Planeta chega a 7 bilhões, mas RMC cresce em ritmo ainda maior: como será morar na região no futuro?
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Moradia e construção sustentável, eixo da Bienal Internacional de Arquitetura de SP, tema de debate no SESC-Campinas
Também participa do evento o Escritório Cria Arquitetura, que trabalha com arquitetura sustentável e já recebeu o Prêmio Planeta Casa, da Casa Cláudia. A série Fala mais sobre isso! propõe uma reflexão multidisciplinar sobre vários aspectos relacionados ao viver em contextos metropolitanos. As atividades serão no Teatro do SESC. A entrada é grátis.
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
Moradia sustentável é tema de debate no SESC-Campinas dia 10 de novembro
Também participa do evento a arquiteta Maíra Del Nero, do Escritório Cria Arquitetura, que trabalha com arquitetura sustentável e já recebeu o Prêmio Planeta Casa, da Casa Cláudia. A série Fala mais sobre isso! propõe uma reflexão multidisciplinar sobre vários aspectos relacionados ao viver em contextos metropolitanos. As atividades serão no Teatro do SESC. A entrada é grátis.
Em seguida, foi apresentado o Projeto Conexão Social Sindivarejista, que leva educação para sustentabilidade a alunos, professores, comerciantes e moradores da região. O objetivo final é fazer a conexão entre fornecedores e consumidores, possibilitando a construção de uma ética mais coletiva e de um novo olhar sobre a relação entre cidadania e hábitos de consumo sustentável. O Conexão Social foi premiado pelo Projeto Cidadão, em parceria entre a Rede Anhanguera de Comunicação (RAC) e a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL). Foi também finalista do III Prêmio FGV-EAESP de Responsabilidade Social no Varejo, na categoria Entidade Varejista. A premissa do Conexão Social é que a educação para a sustentabilidade começa no orçamento familiar, no comércio local e no dia-a-dia do cidadão.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
A INFÂNCIA E O CONSUMO CONSCIENTE NA REGIÃO EM DEBATE NO SESC-CAMPINAS
A infância e o consumo consciente. Este é o tema do bate-papo que o SESC-Campinas sedia no próximo dia 6 de outubro, quinta-feira, a partir das 14 horas, dentro da série “Fala mais sobre isso!”. O evento será um momento privilegiado para o debate sobre os hábitos de consumo em geral das crianças e cidadãos em geral, considerando o embate entre as tradições culturais e os parâmetros do consumo consciente, responsável ou sustentável.
Os expositores estão envolvidos em alguns dos principais grupos que lidam com o consumo consciente na região de Campinas. Ó tema geral será apresentado pela antropóloga Olivia G.Janequine, do grupo Trocas Verdes. Trata-se de um grupo criado em 2007, por um conjunto de pessoas incomodadas com a atual relação de produção e consumo de alimentos no mundo e, em particular, em Campinas e região. O Trocas Verdes está baseado em princípios da economia solidária, da autogestão, da soberania alimentar, e preocupado com o sabor dos alimentos, assim como com a saúde do corpo e do planeta.
Em seguida, será apresentado o Projeto Conexão Social Sindivarejista, que leva educação para sustentabilidade a alunos, professores, comerciantes e moradores da região. O objetivo final é fazer a conexão entre fornecedores e consumidores, possibilitando a construção de uma ética mais coletiva e de um novo olhar sobre a relação entre cidadania e hábitos de consumo sustentável. O Conexão Social foi premiado pelo Projeto Cidadão, em parceria entre a Rede Anhanguera de Comunicação (RAC) e a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL). Foi também finalista do III Prêmio FGV-EAESP de Responsabilidade Social no Varejo, na categoria Entidade Varejista. A premissa do Conexão Social é que a educação para a sustentabilidade começa no orçamento familiar, no comércio local e no dia-a-dia do cidadão. As atividades na quinta-feira, 6 de outubro, serão no Teatro do SESC-Campinas. A entrada é grátis.
quinta-feira, 1 de setembro de 2011
Mobilidade urbana sustentável depende de pressão e ação social, diz engenheiro em debate no SESC-Campinas
no debate sobre mobilidade urbana no SESC-Campinas
A mobilidade urbana sustentável, que garanta o direito das pessoas transitarem com liberdade pelas cidades, com um sistema focado no ser humano e não nos veículos e que use tecnologias baseadas em combustíveis limpos, apenas será alcançada com uma forte mobilização social e com ações efetivas de transformação. A posição foi defendida nesta quinta-feira, 1 de setembro, no SESC-Campinas, pelo engenheiro Agenor Cremonese, durante o debate sobre A mobilidade urbana que temos e a que queremos.
Cremonese é um dos principais especialistas do tema no Brasil. Já trabalhou para a Prefeitura de Campinas, coordenou programas de segurança no trânsito em parceria com a Rebal (vinculada à União Europeia) e atualmente presta assessoria para as prefeituras de Bragança Paulista e Osasco. Para ele, o sistema de mobilidade urbana vigente hoje no Brasil é, de forma geral, insustentável.
Ele citou estudos mostrando que a maior parte das viagens para o trabalho e estudo, em grandes centros urbanos brasileiros, ainda se dá a pé e por meio de transporte coletivo. Apesar disso, os sistemas de tráfego e trânsito nas grandes cidades ainda privilegiam o fluxo de automóveis particulares, e não o transporte coletivo ou por outros meios como a pé ou mesmo bicicleta.
O transporte por automóvel, observou, é muito mais poluente e ocupa maior espaço, em termos comparativos, do que o transporte coletivo. Além de tudo, o Brasil continua nos primeiros lugares em número de mortes por acidentes de trânsito em todo mundo. Tanto a tragédia das mortes e ferimentos em acidentes como a perda de horas no trânsito significam perdas enormes também em termos financeiros para o país, observou. Outra face do sistema excludente de mobilidade urbana no Brasil, notou, é o fato de que cresce a cada década o gasto das famílias com transporte, atingindo sobretudo as faixas de menor renda.
Por este cenário, o sistema de mobilidade urbana vigente no Brasil é insustentável. Agenor Cremonese lembrou da recente aprovação da Política Nacional de Mobilidade Urbana Sustentável, que contém mecanismos apontando para a modificação do panorama vigente nas grandes cidades e sobretudo em regiões metropolitanas como a de Campinas.
A Política Nacional prevê a mobilidade urbana focada no transporte das pessoas e não de veículos, o total direito à informação sobre mobilidade, o controle social e democrático sobre a mobilidade e, entre outros pontos, a universalização do direito de acesso ao transporte público coletivo. O barateamento das tarifas, a estruturação de ciclovias seguras, a disseminação de tecnologias visando melhorias ambientais e acessibilidade a todos são outros pontos da Política Nacional, cuja implementação, na opinião do engenheiro Cremonese, dependerá essencialmente de ação política, pela cidadania ativa e organizada.
Na sua opinião, o atual sistema de mobilidade urbana no Brasil é mais próximo ao padrão americano, focado nos veículos particulares, do que do padrão que avança na Europa, onde é cada vez maior o número de cidades que aplicam medidas privilegiando o trânsito a pé, por bicicletas ou transporte coletivo. Em algumas cidades, como Londres, observou, é implementado um caro pedágio para quem circular por ruas centrais de automóvel individual. Em outras, como Paris, é crescente o uso de bicicletas alugadas pelo próprio município.
Uma mobilidade urbana sustentável, acrescentou Cremonese, dependerá, enfim, de escolhas políticas da sociedade, sobre quais caminhos ela pretende trilhar. Qual é o projeto de sociedade, enfim. O debate no SESC-Campinas faz parte da série "Fala mais sobre isso" e incluiu apresentação da Prefeitura de Indaiatuba, onde o uso de bicicleta é forte tradição cultural e onde existem ciclovias estruturadas. Cidade com cerca de 200 mil moradores, Indaiatuba teria cerca de 100 mil bicicletas, com forte uso para o trabalho, educação e lazer.
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
Mobilidade urbana em debate no SESC-Campinas na quinta, 1 de setembro
O conferencista será o engenheiro Agenor Cremonese, especialista em mobilidade urbana, assessor da Prefeitura de Campinas quando o município ganhou o Prêmio Volvo de Segurança no Trânsito em 1995 e 1996, coordenador de programas de segurança no trânsito de Santo André e Criciúma em parceria com a Rede URBAL, da Comissão Europeia, coordenador do Plano Diretor de Mobilidade Urbana de Santo André, atual assessor em mobilidade urbana das Prefeituras de Osasco e Bragança Paulista.
Em seguida à conferência, haverá a apresentação do Projeto Ciclovia de Indaiatuba, pela Prefeitura de Indaiatuba, cidade em que o uso de bicicleta representa uma prática cultural tradicional. A série “Fala mais sobre isso” representa um espaço de reflexão sobre temas relacionados à cidade. Em agosto, o professor Mohamed Habib, pró-reitor de Extensão e Assuntos Comunitários da Unicamp, foi o conferencista. As atividades nesta quinta-feira, 1º de setembro, serão no Teatro do SESC. A entrada é grátis. A mediação do evento será do jornalista José Pedro Martins.
